O quanto eu terei que dar de suporte e manutenção ao desenvolver uma solução de NFC-e/SAT?

O quanto eu terei que dar de suporte e manutenção ao desenvolver uma solução de NFC-e/SAT?

A automação de emissão de cupons fiscais é uma realidade já bem estabelecida e totalmente compatível com o mundo cada vez mais digital e ágil em que vivemos. Buscando tornar o trabalho mais rápido, gerenciável e menos propenso a erros, isso sem mencionar a adequação à legislação estadual em todo país, que já está nas fases finais da migração para o sistema de notas fiscais eletrônicas para o consumidor.

Em São Paulo, com a implementação do SAT nos estabelecimentos desde 2015, os softwares passaram a fazer parte integrante do cotidiano das empresas varejistas e, com esta nova realidade, muitos fornecedores – nominalmente as Software Houses – enxergaram um nicho aparentemente lucrativo para atuar, buscando desenvolver e emplacar soluções proprietárias no mercado.

A questão, porém, é: é uma boa ideia desenvolver sua própria solução?

O cliente que busca softwares de emissão de notas não busca apenas a função primária do programa em si; ele busca uma série de valores agregados tais como:

  • Segurança de dados;
  • Funcionalidades para geração de informações de gestão;
  • Confiabilidade e robustez de operação;
  • Flexibilidade para uso em grande volume;
  • Agilidade para execução de suas tarefas sem prejuízo de tempo para o negócio.

Já ao levar em consideração fatores como estes percebe-se que o projeto é mais complexo do que sua função essencial sugere. Mais do que fazer com que consiga capturar o valor da transação e emitir a nota relativa a ele, a solução precisa fazer isso com muita consistência, sem erros e com agilidade mesmo quando sob forte demanda, o que implica em um projeto de desenvolvimento de alta qualidade, com codificação de alto nível, um excelente programa de teste e garantia de qualidade e, igualmente importante, com oferecimento de manutenção e suporte para o software no pós-venda.

Some-se a estes fatores os riscos de erros de operação do programa que podem acarretar em multa – e subsequente participação solidária da Software House fornecedora no processo – fica nítido que as desvantagens no desenvolvimento de softwares proprietários podem superar os benefícios. A melhor solução, neste caso, é optar pela terceirização de um software já amplamente testado, oferecido por uma empresa bem estruturada que possa garantir qualidade e suporte para o cliente, o que permite à SW atuar como um distribuidor de um produto confiável, preservando sua imagem, evitando custos elevados e trazendo melhores perspectivas de retorno financeiro.

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